CENÁRIO DA ESQUISTOSSOMOSE NO BRASIL: REVISÃO DA LITERATURA
Palavras-chave:
Esquistossomose., Prevalência, IncidênciaResumo
Esta pesquisa tem como objetivo determinar através da revisão da literatura o cenário da atuação dos municípios de áreas endêmicas diante das ações de controle para a redução da prevalência da Esquistossomose mansônica no Brasil, no período de 2017 a 2021.Metodologia: Trata se de uma pesquisa de caráter descritivo, exploratória, através de uma revisão de literatura em que utilizou se artigos originais e artigos de revisão, publicados na íntegra no período de 2017 a 2021, em português, disponíveis online, gratuito, nas bases de dados: Literatura Latino Americana e do Caribe (LILACS) e Scientific Eletroncic Library Online (SCIELO).Resultados: Foram encontrados 8 artigos nas bases de dados LILACS e SCIELO, padronizados a partir de letras e números com identificação do S1 a S8, os quais demonstraram que ainda existe a necessidade de uma melhor implementação das orientações preconizadas pelo programa nacional de controle da esquistossomose por parte dos municípios e seus representantes do sistema nacional de saúde pública. Considerações Finais: A esquistossomose ainda tem sua ocorrência como um grave problema de saúde pública que necessita de mais ações em saneamento básico e na política habitacional, melhoria do sistema de abastecimento pública em algumas áreas, educação em saúde para a população, adequação do planejamento estratégico das ações municipais para atendimento do agravo e manutenção da cadeia de medidas assistenciais ao paciente positivo.
Referências
1. Holanda EC, Verde RMCL, Neto JAON, Soares LF, Oliveira EH. Caracterização epidemiológica e prevalência de esquistossomose no estado do Maranhão. RSD J. 2020;9(8).
2. Gomes et al. Referência bibliográfica não apresentada no documento original. 2016.
3. Silva EM, Silva ACC, Silva EI, Silva JM, Cunha MAO. Mortalidade por esquistossomose mansoni no estado de Pernambuco no período de 2011 a 2019. Rev Saude Coletiva. 2021;2:11210.
4. Holanda et al. Referência bibliográfica não apresentada no documento original. 2019.
5. Carvalho OS, Coelho PMZ, Lenzi HL. Schistosoma mansoni e esquistossomose: uma visão multidisciplinar. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2008.
6. Lima C, Duarte CVMC, Melo RB, Souza SC, Lima MLF, Costa VSO, et al. Pré-diagnóstico no semiárido: régua antropométrica e aplicativo colaborativo. Rev Tecnol Saude. 2019;15(36).
7. Costa JVBC, Silva Filho JMS. Esquistossomose mansônica: uma análise do perfil epidemiológico na região Sudeste. Rev Saude.com. 2021;17:2226-2234.
8. Santos IGA, Bezerra LP, Cirilo TM, Silva LO, Machado JPV, Lima PD, et al. Aspectos relacionados com a positividade para esquistossomose: estudo transversal em área de baixa prevalência em Alagoas. Epidemiol Serv Saude. 2020;30:e202520.
9. Ferreira RA, Farias SR, Souza ICA, Cruz CM. Epidemiologia da esquistossomose em dois municípios da região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. Semina Cienc Biol Saude. 2020;41(2).
10. Costa et al. Referência bibliográfica não apresentada no documento original. 2017.
11. Souza HP, Oliveira WTGH, Santos JPC, Toledo JP, Ferreira IPS, Esashika SNGS, et al. Doenças infecciosas e parasitárias no Brasil de 2010 a 2017: aspectos para vigilância em saúde. Rev Panam Saude Publica. 2020;44:10.
12. Oliveira ECA, Pimentel TJF, Araujo JPM, Oliveira LCS, Fernando VCN, Loyo RM, et al. Investigação sobre os casos e óbitos por esquistossomose na cidade do Recife, Pernambuco, Brasil, 2005-2013. Epidemiol Serv Saude. 2018;27(4).
13. Soares DA, Souza SA, Silva DJ, Silva AB, Cavalcante UMB, Lima MBL. Avaliação epidemiológica da esquistossomose no estado de Pernambuco pelo modelo de regressão beta. Arch Health Sci. 2019;26(2).
14. França FMS, Silva AS, Magalhães CMM, Benevides KS. Esquistossomose: uma endemia de importância no Brasil. RBAC. 2020;52(3).
15. Cruz JI, Salazar GO, Corte RL. Retrocesso do programa de controle da esquistossomose no estado de maior prevalência da doença no Brasil. Rev Panam Saude. 2020;11:e202000567.
16. Silva JDR, Rocha TJM. Frequência de helmintos segundo os dados do programa de controle da esquistossomose no município de Xexéu, Pernambuco. J Health Biol Sci. 2019;7:e32245.
17. Barreto et al. Referência bibliográfica não apresentada no documento original. 2017.
18. Dubeaux LS, Jesus RPFS, Samico I, Mendes MFM, Wanderley FSO, Tomasi E, et al. Avaliação do programa de enfrentamento às doenças negligenciadas para o controle da esquistossomose mansônica em três municípios hiperendêmicos, Pernambuco, Brasil, 2014. Epidemiol Serv Saude. 2019;28:e2018085.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Fluências - Revista da Pós-graduação ESMAC

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.

